Louvores

19 agosto 2011

O brilho do diamante.


Para que a prova da vossa fé, muito mais preciosa do que o ouro que perece e é provado pelo fogo, se ache em louvor, e honra, e glória, na revelação de Jesus Cristo. (1 Pedro 1:7).
Para distinguir um diamante verdadeiro de um falso, um joalheiro fez a seguinte prova: “Uma imitação nunca é tão brilhante como a pedra autêntica. Se o seu olho não está suficientemente experimentado para perceber a diferença, basta colocar a pedra na água. O brilho do diamante falso se ofusca; o verdadeiro não perde nada de seu brilho.”

Deus nos criou para Ele, para que O honremos. Nós nos desviamos, porém Ele nos salvou. Cada crente nascido de novo recebeu a vida do Senhor Jesus para poder segui-Lo e imitá-Lo. Assim, pois, podemos fazer brilhar alguns reflexos de Sua formosura moral, alguns traços de Seu caráter: amor, justiça, paciência, confiança, obediência… Somente os que vivem essa nova vida pelo poder do Espírito Santo são de fato reconhecidos por Deus. Infelizmente, às vezes em nossa vida é acrescentado algo falso, imitações baratas do que é divino. Deus vê isso, como o joalheiro que identifica o diamante verdadeiro. Para nos provar, coloca a pedra na água, ou seja, permite circunstâncias difíceis.
Nas dificuldades temos de estar atentos para ver qual é o objetivo de Deus. Sua Palavra nos esclarecerá para que saibamos o que não vem dele. Consideremos os obstáculos em nosso caminho sob outra perspectiva. Nosso Pai permite isso para nosso crescimento espiritual e para que o reflexo da vida do Senhor Jesus seja visto por todos em nós.

17 agosto 2011

Faça deste louvor a oração de hoje.


Eu faço deste louvor a minha oração, eu dependo de Deus pra tudo!!! 
Te amo Meu Pai. 
Adriana.
     

12 agosto 2011

Volte hoje.

"…Comamos e regozijemo-nos porque este meu filho estava morto e reviveu,…"( Lucas 15:23,24)
Existia um casal no interior da Inglaterra que morava em uma pequena cidadezinha.
Esse casal tinha um único filho chamado John.
John  não se dava muito bem com seus pais principalmente com o pai ele era um rapaz muito rebelde.
Sempre que podia reclamava para sua mãe:Esse homem não me permite fazer nada até pareço seu escravo ele só me faz trabalhar não posso nem se quer ir a cidade para ver meus amigos.
Um dia quando John estava mais velho brigou tanto com seu pai que resolveu sair de casa.
A mãe insistiu: Meu filho não vá vocês vão esquecer, essa briga é passageira.
John virou-se para a mãe e disse: Vocês não me amam vou embora daqui.
John foi para cidade grande e devido ao trabalho com seu pai pode arrumar um emprego porque sabia uma profissão e pode assim se sustentar.
Muitos anos se passaram e ele se casou com uma linda moça anos depois teve seu primeiro filho.
Um dia sua esposa lhe disse que queria que os pais dele conhecessem  seu filho ele pensou um pouco e respondeu: Meus pais não vão querer conhecer o meu filho porque não me amam.  E alem do mais muitos anos se passaram e eles já devem ter morrido.
Dois anos depois John teve um outro filho e quando as crianças estavam brincando o mais velho lhe fez uma pergunta que cortou seu coração: Pai nós só conhecemos o vovô e a vovó pais da mamãe. Você não tem pai e nem mãe como nós?
Naquele instante John resolveu rever seus pais e tentar uma reaproximação.
Sentou-se e escreveu uma carta que dizia mais ou menos assim: "Oi. papai e mamâe aqui é o John.
Eu me casei e tive dois filhos. Eles querem conhecer vocês.
Não sei se depois desses longos anos vocês me perdoaram.
 Não sei se vão querer me ver mas irei visitar vocês com minha família.
Se me perdoaram coloquem um pano branco onde eu possa ver pois estarei indo de trem e ele passa bem em frente a casa de vocês e assim eu saberei se posso saltar ou não. "
John fez todos os preparativos arrumou as malas e as crianças ao pegar o trem estava muito nervoso.
Será que eles receberam a carta? Perguntava a toda hora.  Será que já me perdoaram? Será que ainda estão vivos?
Durante a viagem não parava de andar pra lá e pra cá no trem quando chegaram numa estação  anterior a que ele deveria descer John suava frio.
Rosto colado na janela como uma criança não via  a hora de chegar em sua antiga casa.
Ao fazer uma curva ele sabia que logo depois ele conseguiria  ver a casa de seus pais.
O trem terminou a curva e John e sua família puderam ver a casa.
Ela estava cheia de lençóis brancos nas cercas, nas janelas e o mais comovente ao longe se via um casal de velhinhos acenando com lenços brancos para o trem em sinal de perdão ao filho.
Foi uma grande festa como na história contada por Jesus.
Há também uma festa para você preparada nos céus, Volte hoje! O Pai está com saudades.
(Desconheço o Autor)


11 agosto 2011

Um bom pai valoriza seus filhos.

“Jenna, acorde! Hora de ir pra escola!”

Ela vai ouvir essas palavras umas mil vezes na vida dela. Mas hoje foi a primeira vez que ela as ouviu.

Eu me sentei na beira da cama dela por um tempo, antes de dizer essas palavras.

Para dizer a verdade, eu não queria pronunciá-las. Eu não queria acordá-la. Uma hesitação esquisita pairou sobre mim enquanto eu me sentava na escuridão da manhã. Eu fiquei em silêncio.
Eu sabia que minhas palavras a acordaria para um novo mundo.

Durante quatro rápidos anos ela havia sido nossa, só nossa. E agora tudo iria mudar.

Nós a colocamos na cama ontem à noite como “nossa menina”- propriedade exclusiva de Mamãe e Papai. Mamãe e Papai liam para ela, ensinavam-na, escutavam-na. Mas a partir de hoje, outra pessoa faria isso também.

Até hoje eram Mamãe e Papai que enxugavam suas lágrimas e colocavam Band-Aids. Mas a partir de hoje, outra pessoa também o faria.

Eu não queria acordá-la.

Até hoje, a vida dela era essencialmente limitada a nós – Mamãe, Papai e a irmãzinha Andrea. Hoje aquela vida cresceria – novos amigos, uma professora. O mundo dela estava nessa casa – o quarto dela, seus brinquedos, seu balanço. Hoje seu mundo expandiria. Ela ia
entrar nos corredores sinuosos da Educação – pintura, leitura, cálculos…sendo transformada.

Eu não queria acordá-la. Não por causa da escola. É uma boa escola.
Não porque eu não queira que ela aprenda. Deus sabe que eu quero que ela cresça, leia, amadureça. Não porque ela não queira ir. Durante esta semana ela só falou da escola!

Não. Eu não queria acordá-la porque eu não queria abrir mão dela.

Mas mesmo assim eu a acordei. Eu interrompi sua infância com a inevitável proclamação “Jenna, acorde!… Está na hora de ir à escola!”

Eu demorei demais pra me arrumar. Denalyn me viu cabisbaixo, e me ouviu sussurrando “O sol nasce e o sol de põe”, e disse, “Você não vai agüentar passar pelo casamento dela.” Ela está certa.

Dirigimos para a escola em dois carros para que de lá eu pudesse ir direto para o trabalho. Eu pedi a Jenna para ir comigo. Eu achei que deveria dar a ela um pouco de segurança de pai. Mas na verdade era eu quem estava precisando de segurança.

Apesar de ser alguém que se dedica a trabalhar com palavras, eu consegui muito poucas para compartilhar com ela. Eu disse a ela que esperava que ela gostasse da escola. Disse-lhe para obedecer à professora. Eu disse, “se você se sentir sozinha ou com medo, diga à
professora para ligar para mim e eu virei e lhe pegarei.” “Tá bom!”, ela sorriu. Então ela perguntou se poderia ouvir escutar umas músicas infantis. “Tá bom!” Eu respondi.

Daí, enquanto ela cantava canções, eu prendia o choro. Eu a observei enquanto cantava. Ela parecia grande. Seu pequeno pescoço se esticava o máximo que podia para ver por cima do painel do carro. Seus olhos estavam famintos e brilhantes. Suas mãos estavam juntas no colo. Seus pés tinham tênis cor de rosa com turquesa, novinhos em folha, que mal
ultrapassavam o assento do carro.

“Denalyn estava certa,” eu resmunguei para mim mesmo. “Eu não agüentarei passar pelo casamento dela.”

O que está se passando na cabeça dela? Eu imaginei. Será que ela sabe o quão alta é essa escada da Educação que ela vai começar a subir hoje de manhã?

Não, ela não sabe! Mas eu sabia. Quantos quadros de salas de aula aqueles olhos verão? Quantos livros as suas mãos segurarão? Quantos professores os seus pés seguirão e – ai! – imitarão?

Se eu tivesse poder, eu reuniria no mesmo instante todos os professores, instrutores, técnicos e tutores que ela teria nos próximos dezoito anos e anunciaria, “Esta não é uma estudante comum.
É minha filha. Tenham cuidado com ela!”

Ao estacionar e desligar o motor do carro, minha grande filha se tornou pequena de novo. E foi a voz de uma menina muito pequena que quebrou o silêncio. “Pai, eu não quero sair do carro.”

Eu olhei para ela. Os olhos que antes estavam brilhantes agora pareciam amedrontados. Os lábios que haviam cantado agora estavam trêmulos.

Eu lutei contra um desejo extraordinário de atender ao seu pedido.
Tudo em mim queria dizer “Tá bom, vamos deixar isso pra lá e vamos embora daqui!” Por um breve momento eu considerei a possibilidade de seqüestrar minhas filhas, pegar minha esposa e fugir das garras horríveis do progresso para viver para sempre no Himalaia.

Mas eu sabia que era errado. Eu sabia que era hora. Eu sabia o que era certo e que ela ficaria bem. Mas eu não sabia que seria tão difícil dizer, “Querida, você estará bem. Venha, eu lhe levo.”

E foi tudo bem. Um passo dentro da sala de aula e o gato da curiosidade tomou conta dela. E eu saí. Eu abri mão dela. Não tanto.
E não tanto quanto eu terei que fazê-lo no futuro. Mas eu abri mão do~quanto eu podia hoje.

Enquanto andava de volta para minha caminhonete, um versículo bateu na minha cabeça. Foi uma passagem que eu havia estudado antes. Os eventos de hoje levaram o versículo da teologia em preto e branco para a colorida realidade.

“Que diremos, pois, diante dessas coisas? Se Deus é por nós, quem será contra nós? Aquele que não poupou seu próprio Filho, mas o entregou por todos nós – como não nos dará juntamente com ele, e de graça, todas as coisas? (Romanos 8:31-32, itálico do autor)

Foi assim que você se sentiu, Deus? O que eu senti hoje de manhã pareceu em alguma coisa com o que você sentiu quando abriu mão de seu Filho?

Caso sim, explica tantas coisas. Explica a proclamação dos anjos para os pastores nos arredores de Belém. (Um pai cheio de orgulho ao anunciar o nascimento de seu filho)

Explica a voz no batismo de Jesus, “Este é meu Filho…”(Você fez o que eu queria fazer, mas não podia)

Explica a transfiguração de Moisés e Elias no topo da montanha. (Você os mandou para encorajá-lo).

Explica o quanto o seu coração deve ter doído ao ouvir a voz quebrantada de seu filho “Pai, afasta de mim este cálice.”

Eu estava deixando Jenna num ambiente seguro com uma professora compassiva, a qual estaria pronta para enxugar qualquer lágrima. Você deixou Jesus numa arena hostil com um soldado cruel, o qual deixaria as costas dele em carne viva.

Eu disse Adeus a Jenna sabendo que ela faria novos amigos, daria gargalhadas e desenharia. Você disse Adeus a Jesus sabendo que cuspiriam nele, ririam dele e o matariam.

Eu abri mão da minha filha sabendo que , se ela precisasse de mim, eu estaria ao lado dela imediatamente. Você disse Adeus ao seu filho totalmente ciente de que quando ele mais precisasse de você, quando seu grito de desespero bradasse através dos céus, você ficaria em silêncio. Os anjos, no entanto, em suas posições, não ouviriam nenhuma ordem sua. Seu filho, apesar de estar em angústia, não sentiria conforto vindo de suas mãos.

“Ele deu o seu melhor,” Paulo argumenta, “Por que duvidar do amor dele?”

Antes que o dia terminasse, eu sentei em silêncio pela Segunda vez.
Desta vez, não ao lado da minha filha, mas diante de meu Pai. Desta vez não triste pelo que eu teria que dar, mas grato pelo que eu já havia recebido – prova viva de que Deus se importa.

Texto de Max Lucado.


10 agosto 2011

SALMO 23



O Senhor é o meu Pastor, nada me faltará.
Deitar-me faz em verdes pastos,
guia-me mansamente às águas tranquilas;
Refrigera a minha alma,
guia-me pelas veredas da justiça por amor do seu nome,
Ainda que eu andasse pelo vale da sombra da morte
não temeria mal algum, porque tu estás comigo,
a tua vara e o teu cajado me consolam;
Preparas uma mesa perante mim na presença dos meus inimigos,
unges a minha cabeça com óleo, o meu cálice transborda;
Certamente que a bondade e a misericórdia
me seguirão todos os dias de minha vida,
e habitarei na casa do Senhor por longos dias. 

Que esta seja a oração do dia de hoje, pois o Senhor é o bom pastor, Ele cuida de nós, Nele temos, descanso, refrigério, justiça, força, consolo, alegria, bondade, misericordia e proteção.
O que você está precisando hoje? 
Busque em Jesus, Ele te ama.

Shalom!

08 agosto 2011

O jardineiro celestial


E o SENHOR te guiará continuamente, e fartará a tua alma em lugares áridos, e fortificará os teus ossos; e serás como um jardim regado, e como um manancial, cujas águas nunca faltam. (Isaías 58:11)
A sabedoria do jardineiro é vista no cultivo de suas plantas; algumas ele coloca no sol, outras na sombra; algumas num solo rico e fértil, outras num terreno árido e estéril; e assim, a habilidade do jardineiro é evidente, pois cada uma floresce melhor em seu próprio solo.

Então, visto que a Sabedoria Infinita designou uma grande parte da minha vida à tristeza e solidão (não que eu me queixe) percebo que não poderia crescer melhor em outro solo.

Atrás do alto muro da adversidade, e na sombra da aflição, os santos produzirão frutos de humildade, abnegação, resignação e paciência. Essas graças não podem crescer tão bem nos raios solares da prosperidade.

Ora, se outro solo fosse mais apropriado para o meu crescimento espiritual, o Jardineiro Celestial já teria me transplantado para lá.

Isso não importa, conquanto eu cresça em sua sombra e o Sol da justiça brilhe em minha alma, e faça cada graça florescer…

Ele sabe mais do que eu mesmo qual é a melhor porção para mim. 
Considero que num solo estéril, e numa sombra solitária, Ele pode cultivar plantas que se aquecerão nos raios eternos de glória!

Autor: James Meikle.


03 agosto 2011

Poder pra salvar - música e letra. (Radicais Livres)

Realmente, só Cristo é a solução para este mundo. Só Ele tem o poder para salvar a humanidade. Todo aquele que quer ser salvo recorra a Ele, Ele é vida, amor, paz, refrigério, mesmo em tempo de lutas. Deus os abençõe.



Todos necessitam de um amor perfeito,
perdao e compaixão
Todos necessitam de graça e esperança,
de um Deus que salva

Cristo move as montanhas
e tem poder pra salvar tem poder pra salvar.
Pra sempre autor da salvação,
Jesus a morte venceu sobre a morte venceu

Me aceitas com meus medos,
falhas e temores, enches meu viver
Minha vida entrego pra seguir seus passos,
a Ti me rendo

Cristo move as montanhas
e tem poder pra salvar tem poder pra salvar.
Pra sempre autor da salvação,
Jesus a morte venceu sobre a morte venceu

Posso o mundo ver brilhar a luz
Cantamos para a Glória do Senhor Jesus
Cristo, Posso o mundo ver brilhar a luz
Cantamos para a Glória do Senhor Jesus

Cristo move as montanhas e tem poder pra salvar tem poder pra salvar. Pra sempre autor da salvação, Jesus a morte venceu sobre a morte venceu.