Louvores

11 abril 2012

Jesus disse:


Então Jesus lhes disse: “Não tenham medo.”( Mateus 28:10ª)

Pelo menos cinco vezes no Evangelho de Mateus, Jesus tem que acalmar o medo dos seus discípulos.
Antes de ouvir as boas novas ,temos que decidir se vamos confiar em Jesus ou não.
Antes de responder ao chamado do Senhor, temos que decidir se vamos confiar ou não.
Antes de receber as múltiplas bênçãos que Deus tem reservado para nós - é preciso decidir - vamos confiar ou não.

Não faltam motivos para ter medo: as pessoas que nos decepcionaram na vida, as feridas que recebemos de amigos e parentes, a perversidade que parece cada vez mais inerente no ser humano. Há motivos de sobra para não confiar em nada e ninguém. Contra tudo isso Jesus manda um recado simples: "Não tenham medo".

Você já parou para pensar por que Satanás joga tão pesado com a arma do medo?

Pense como teria sido se as mulheres não tivessem avisado, e se os discípulos não tivessem ido ao encontro com Jesus. Já pensou como seria se ninguém tivesse se encontrado com o Senhor e não tivessem crido na história da ressurreição? Se não houvesse testemunhas oculares, homens e mulheres motivados por fatos reais incontestáveis, como teria sido? Uma única decisão determinou a diferença entre um mundo inteiro perdido e a mensagem que até hoje salva incontáveis almas - será que devo confiar em Jesus ou não?

E você, qual a sua resposta?

Você vai deixar de fazer aquilo que Jesus está lhe chamando a fazer, ou vai confiar nas palavras dEle -"não tenham medo"?
Qual será?

ORAÇÃO:

Nosso Pai amado, obrigado por nos lembrar em quem devemos acreditar. Obrigado por provar para nós não só quão grande é o seu amor, mas, quão poderoso é esse mesmo amor que salva, regenera e dá coragem. Conceda a cada servo do Rei coragem e convicção para obedecer, para construir e para servir em tudo que o Senhor chamar. Que os servos do Senhor não tenham medo mais. Que possam seguir adiante no caminho para o céu. Em nome de Jesus oramos e agradecemos. Amém.

Autor: Dennis Downing

05 abril 2012

Os galhos secos (Para nossa alegria)


Nos galhos secos de uma árvore qualquer
Onde ninguém jamais pudesse imaginar
O Criador vê uma flor a brotar
Olhai, olhai, olhai. 

Os lírios cresceram no campo
E o Senhor nosso Deus nos tem alimentado para nossa alegria
Para nossa alegria a-a-a
Para nossa alegria (2x)

04 abril 2012

O TESOURO DO TÚMULO


“Então, o que devo fazer com Jesus”? Pilatos perguntou primeiro, mas todos nós temos perguntado depois.
É uma pergunta justa. Uma pergunta necessária. O que é que você faz você com um homem assim? 

Ele se chamou de Deus, mas usou as roupas de um homem. Ele se chamou o Messias, mas nunca comandou um exército. Ele foi considerado como rei, mas sua única coroa foi de espinhos. Pessoas o veneraram como real, contudo seu único manto foi costurado com escárnio. Não é de se admirar que Pilatos ficou confuso. Como você explica um homem assim? Uma maneira é por uma caminhada. A caminhada dele. 

A última caminhada dele. Siga os passos dele. Fique na sombra dele. 
De Jericó até Jerusalém. Do templo para o jardim. Do jardim até o julgamento. Do palácio de Pilatos até a cruz de Gólgota. Olhe ele caminhando , indignado para o templo, cansado para Getsêmani, atormentado pela Via Dolorosa. 

E poderosamente para fora do túmulo desocupado. 

Testemunhando o caminho dele, reflita sobre o seu, porque todos nós temos nosso próprio caminho para Jerusalém. Nosso próprio caminho pela religião oca. Nossa própria descida pela ladeira estreita da rejeição. 

E cada um de nós, como Pilatos, temos que lançar um veredicto sobre Jesus. Pilatos ouviu a voz das pessoas e deixou Jesus para percorrer o caminho só. Será que nós vamos? Eu espero que plantado permanentemente em sua alma esteja o momento em que o Pai lhe tocou na escuridão e lhe levou pelo caminho da liberdade. É uma memória como nenhuma outra. Porque quando ele liberta você, você está realmente livre. 

Posso lhe contar minha história?
Uma aula da Bíblia numa pequena cidade ao leste do Texas. Eu não sei o que era mais notável, que um professor estava tentando ensinar o livro de Romanos para um grupo de meninos de dez anos de idade, ou que eu me lembro do que ele disse. A sala de aula era de tamanho médio, uma das cerca de doze numa igreja pequena. Minha banca estava toda riscada e com chiclete grudado em baixo. Havia cerca de vinte delas, embora só uns quatro ou cinco estivessem ocupados. Todos nós sentamos no fundo da sala, querendo parecer sofisticados demais para estar interessados. Calças jeans engomadas. Tênis da moda. Era verão e o sol que descia lentamente pintava a janela de ouro. O professor era um homem sério. Eu ainda lembro da barriga dele aparecendo em baixo do terno que ele nem faz mais questão de tentar abotoar. A gravata dele acaba a meio caminho. Ele tem um sinal preto na testa, uma voz macia, e um sorriso amável. Embora ele não tenha nada a ver com as crianças de 1965, ele não sabe disso. As anotações dele estão empilhadas em um pódio debaixo de uma Bíblia preta pesada. Ele está de costas para nós e o terno dele sobe e desce enquanto ele escreve no quadro. Ele fala com paixão genuína. Ele não é um homem dramático, mas esta noite ele está fervoroso. 

Só Deus sabe por que eu o ouvi naquela noite. O texto dele era Romanos capítulo seis. O quadro-negro ficou coberto com diagramas e palavras longas. Em algum momento no processo de descrever como Jesus entrou no túmulo e depois saiu, aconteceu. A jóia da graça foi erguida e virada para que eu pudesse vê-la de um ângulo novo... e tirou minha respiração. Eu não vi um código moral. Eu não vi uma igreja. Eu não vi os dez mandamentos ou demônios infernais. Eu vi meu Pai entrar na minha noite escura, me despertar do meu sono, e suavemente me guiar; não me carregar para a liberdade. Eu não disse nada a meu professor. Eu não disse nada a meus amigos. Eu nem sei se falei qualquer coisa a Deus. Eu não sabia o que dizer. Eu não sabia o que fazer. Mas para tudo que eu não sabia, havia um fato do qual eu estava absolutamente seguro: eu queria estar com ele. 
Eu falei para meu pai que eu estava pronto para entregar a minha vida a Deus. Ele pensou que eu era muito jovem para tomar esta decisão. Ele perguntou o que eu sabia. Eu lhe falei que Jesus estava no céu e eu queria estar com ele. E para meu pai aquilo era o bastante. Até hoje eu fico em dúvida se meu amor já foi tão puro quanto naquela hora. Eu tenho saudades da certeza da minha fé principiante. Se você tivesse me falado que Jesus estava no inferno, eu teria concordado em ir. 

Confissão pública e batismo vieram naturalmente para mim. Você vê, quando seu Pai vem lhe libertar de escravidão, você não faz perguntas; você obedece instruções. Você segura a mão dele. Você caminha o caminho. Você deixa para trás a escravidão. E você nunca, nunca esquece. Minha oração é que você nunca esqueça de seu caminho ou do dele: O caminho final de Jesus de Jericó para Jerusalém. Porque foi este caminho que lhe garantiu liberdade. O passeio final dele pelo templo em Jerusalém. Foi neste caminho que ele denunciou a religião oca. O passeio final dele para o Monte das Oliveiras. Porque foi ali que ele prometeu voltar e levá-lo para casa. E o caminho final dele do palácio de Pilatos para a cruz de Gólgota. Pés descalços e ensangüentados se esforçam para subir um estreito caminho pedregoso. Mas igualmente vívida como a dor da viga atrás as suas costas dilaceradas, é a visão que ele tem de você e ele caminhando juntos.  Ele podia ver a hora em que ele entraria em sua vida, em seu quarto escuro lhe despertando do seu sono para lhe guiar à liberdade. 

Mas o caminho não terminou. A viagem não está completa. Há mais um caminho que deve ser trilhado. 

“Eu voltarei,” ele prometeu. 
E para provar isso ele rasgou em dois o véu do templo e estourou os portões da morte. Ele voltará. 

“Aquele que nos resgatou voltou!” nós vamos clamar. 
E a viagem terminará e nós tomaremos nossos lugares no banquete dele para sempre. 
Te vejo à mesa.

Autor: Max Lucado   

Um feriado maravilhoso e abençoados para todos !

Shalom !

30 março 2012

Não temas.


A Bíblia nos diz repetidas vezes, “Não temas”.
 
Pois o temor (medo) atrapalha a nossa vida, nos paralisa.O temor substitui a fé. Ele  destrói sonhos. Rouba nossa alegria e as bênçãos. Frustra as vitórias. O temor pode nos levar a hesitar por causa da incredulidade.

Então o que devemos fazer para perder este medo?

Em Romanos 12.2 nos diz: “...Transformem-se pela renovação de sua mente”.

Através da Palavra de Deus nós  renovamos nossa mente. E a fé vem por ouvir e ouvir a Palavra. 

Veja alguns versículos a serem seguidos abaixo:

Para experimentar o descanso de Deus: “A minha alma descansa somente em Deus; Dele vem a minha salvação. Somente Ele é a rocha que me salva; Ele é a minha torre segura! Jamais serei abalado! (Salmos 62.1-2).

Confiar no plano de Deus: “Sabemos que Deus age em todas as coisas para o bem daqueles que O amam, dos que foram chamados de acordo com o Seu propósito” (Romanos 8.28).

Confiar na direção de Deus: “Confie no Senhor de todo o seu coração e não se apóie em seu próprio entendimento; reconheça o Senhor em todos os seus caminhos e Ele endireitará as suas veredas” (Provérbios 3.5-6). 

Crer na provisão de Deus: "Busquem, pois, em primeiro lugar o Reino de Deus e a Sua justiça, e todas as coisas lhes serão acrescentadas” (Mateus 6.33).

Confiar na força de Deus: “Por isso não tema, pois estou com você; não tenha medo, pois sou o seu Deus. Eu o fortalecerei e o ajudarei; Eu o segurarei com a Minha mão direita vitoriosa... Pois Eu sou o Senhor, o seu Deus, que o segura pela mão direita e lhe diz: Não tema; Eu o ajudarei” (Isaías 41.10,13).

Livrar da ansiedade: “Não andem ansiosos por coisa alguma, mas em tudo, pela oração e súplicas, e com ação de graças, apresentem seus pedidos a Deus. E a paz de Deus, que excede todo o entendimento, guardará o coração e a mente de vocês em Cristo Jesus” (Filipenses 4.6-7).

Enfrentar a adversidade: “...Não se apavore, nem desanime, pois o Senhor, o seu Deus, estará com você por onde você andar” (Josué 1.9). 

Ótimo final de semana ! Descanse no Senhor, Ele te ama.

23 março 2012

NO JARDIM



 ( Esta foto é atual do Jardim de Getsêmani, onde Jesus estava quando tudo aconteceu.)






É quase meia-noite quando eles deixam o cenáculo e descem pelas ruas da cidade. Eles passam pelo Tanque Inferior e passam pelo Portão da Fonte, saindo de Jerusalém. As estradas estão forradas com os fogos e barracas de peregrinos da Páscoa. A maioria está dormindo, fartos coma refeição da noite. 
Aqueles ainda acordados não dão importância ao bando de homens que caminham pela estrada calcária. 

Eles atravessam o vale e sobem o caminho que os levará a Getsêmani. A estrada é íngreme e eles param para descansar. Em algum lugar dentro das muralhas da cidade o décimo segundo apóstolo desce sorrateiramente uma rua. Os pés dele foram lavados pelo homem que ele trairá. O coração dele foi tomado pelo Maligno que ele ouviu. Ele corre para encontrar Caifás. O encontro final da batalha começou. Quando Jesus observa a cidade de Jerusalém, ele vê o que os discípulos não podem. É aqui, nos arredores de Jerusalém que a batalha terminará. Ele vê as manobras de Satanás. Ele vê ocorre-corre dos demônios. Ele vê o Maligno se preparando para o encontro final. O inimigo olha como um espectro aquela hora. Satanás,o anfitrião do ódio, agarrou o coração de Judas e sussurrou na orelha de Caifás. Satanás, o mestre da morte, abriu as cavernas e se preparou para receber a fonte de luz. O inferno está se soltando. A história registra isso como a batalha dos judeus contra Jesus. 

Não era.

Era uma batalha de Deus contra Satanás. E Jesus sabia disso. Jesus sabia que antes que a guerra acabasse, ele seria levado cativo. Ele sabia que antes da vitória viria a derrota.Ele sabia que antes do trono viria o cálice. Ele sabia que antes da luz de domingo viria a escuridão de sexta-feira. E ele tem medo. Ele vira e começa a subida final até o jardim. Quando ele chega à entrada, ele pára e volta os olhos para o círculo de seus amigos.Será a última vez que ele os vê, antes deles o abandonarem. Ele sabe o que farão quando os soldados vierem. Ele sabe que até a traição deles falta poucos minutos. Mas ele não acusa. Ele não dá carão. Ao invés disso, ele ora. Os últimos momentos dele com os seus discípulos são em oração. E as palavras que ele fala são tão eternas quanto as estrelas que as ouvem. Imagine, por um momento, você mesmo nesta situação. Sua hora final com um filho prestes a ser enviado para uma terra distante. Seus últimos momentos com seu cônjuge que está morrendo. Uma última visita com seu pai. O que você diz? O que você faz? Que palavras você escolhe? É notável que Jesus decidiu orar. Ele decidiu orar por nós. “Eu não estou orando somente por eles, mas também por aqueles que ainda vão acreditar em mim por intermédio do ensino deles, para que todos sejam um só. Pai, oro também para que eles estejam em nós, assim como eu estou no senhor e o senhor está em mim. Que eles sejam um para que o mundo acredite que o senhor me enviou.” [João 17:20-21 Versão Fácil de Ler]
 
Você precisa prestar atenção que nesta oração final Jesus orou por você. 
Você precisa grifar em vermelho e realçar em amarelo o amor dele: “Eu também estou orando por aqueles que ainda vão acreditar em mim por intermédio do ensino”. 

Isso é você. 

Enquanto Jesus entrou no jardim, você estava na oração dele. Quando Jesus olhou ao céu, você estava na visão dele. Quando Jesus sonhou com o dia em que nós estaríamos com ele, ele viu você lá. A oração final dele era por você. A dor final dele era para você. A paixão final dele era você. 

Ele vira então, entra no jardim, e convida Pedro, Tiago e João a seguirem. Ele lhes diz que a alma dele “está profundamente triste, até à morte”, e começa a orar. 
Ele nunca se sentiu tão só. O que deve ser feito, só ele pode fazer.Nenhum anjo pode fazer. Nenhum anjo tem o poder para quebrar os portões de inferno. Nenhum homem pode fazer. Nenhum homem tem a pureza para destruir o controle do pecado. Nenhuma força na terra pode enfrentar o poder do mal e ganhar, exceto Deus. “O espírito está disposto, mas a carne é fraca”, Jesus confessa. 

Sua humanidade implorou par ser livrado daquilo que sua divindade poderia ver. Jesus, o carpinteiro, roga. Jesus, o homem, olha para dentro do buraco escuro e implora, “será que não pode haver outro jeito?” Será que ele sabia da resposta antes que ele fez a pergunta? Será que seu coração humano imaginava que seu pai divino havia achado outra maneira? Nós não sabemos. Mas nós sabemos que ele pediu para escapar.Nós sabemos ele implorou por uma saída. Nós sabemos que havia um momento, no qual, se ele pudesse, ele teria se retirado da enrascada toda e ido embora. Mas ele não pôde.

Ele não pôde porque ele viu você. Aí mesmo no meio de um mundo que não é justo. Ele lhe viu num rio de vida que você não pediu. Ele lhe viu traído por aqueles que você ama. Ele lhe viu comum corpo que adoece e um coração que cresce enfraquece. Ele viu você em seu próprio jardim de árvores tortas e amigos adormecidos. Ele lhe viu fitando o buraco dos seus próprios fracassos e a boca de sua própria sepultura. Ele viu você em seu próprio Jardim de Getsêmani – e ele não queria que você estivesse só. Ele queria que você soubesse que ele esteve lá também. Ele sabe o que é ser alvo de um complô. Ele sabe o que é ficar confuso. Ele sabe o que é ficar dividido entre dois desejos.Ele sabe o que é sentir o fedor de Satanás. E, talvez mais que tudo,ele sabe o que é implorar a Deus para mudar de plano e ouvir Deus dizer tão suavemente, mas firmemente, “Não”. 
Pois foi isso que Deus disse a Jesus. E Jesus aceita a resposta. 

Em algum momento durante aquela hora de meia-noite um anjo de clemência chega para o corpo cansado do homem no jardim. Quando ele fica de pé,a angústia não mais está nos olhos dele. Seu punho não se apertará mais. O coração dele não lutará mais. A batalha é ganha. Você pode ter pensado que foi ganha no Gólgota. Não foi. A batalha final foi ganha em Getsêmani. E o sinal da conquista é Jesus em paz entre as oliveiras. Porque foi no jardim que ele tomou sua decisão. Ele preferiria ir para inferno por você do que ir para o céu sem você.

Autor: Max Lucado

22 março 2012

Dê um sorriso seu.


Se você ver alguém sem um sorriso, dê-lhe um dos seus.

Todas as pessoas sorriem na mesma língua. Os sorrisos são para a humanidade o que a luz do sol é para as flores.

Provérbios 15:13 nos diz: "O coração alegre aformosei a o rosto; mas pela dor do coração o espírito se abate."

Em Neemias 8:10b “ Não vos entristeçais, pois a alegria do Senhor é a vossa força”

20 março 2012

A lenda das três árvores


"Havia, no alto de uma montanha, três árvores que tiveram um sonho: 
a primeira, olhando as estrelas, disse que queria ser o baú mais precioso e viver cheio de tesouros. 

A segunda, olhando um riacho, suspirou: quero ser um grande navio, para transportar reis e rainhas. 

A terceira olhou o vale e disse; quero crescer e ficar aqui, no alto da montanha. Assim, quando as pessoas olharem terão que levantar os olhos e pensar em Deus.

Os anos se passaram. Certo dia três lenhadores chegaram e cortaram as árvores. Aqueles lenhadores não sabiam nada de sonhos!

A primeira acabou se transformando num cocho de animais, coberto de feno.

A segunda virou um simples barco de pesca.

A terceira foi cortada em grossas vigas e deixadas de lado.

Desiludidas as três se perguntavam por que teve que ser assim.

Mas, numa bela noite de lua cheia uma jovem deu à luz um bebê e o colocou lá naquele cocho. E a primeira árvore percebeu que tinha ali o tesouro mais precioso do mundo.

A segunda estava transportando um homem que acabou por dormir no barco. E quando uma tempestade quase o afundou ele se levantou e disse: paz! Imediatamente as águas se acalmaram e a segunda árvore entendeu que estava transportando o rei dos céus e da terra.

Tempos mais tarde, numa sexta-feira, a terceira árvore espantou-se quando suas vigas foram unidas em forma de cruz e um homem foi pregado nela. Sentiu-se horrível e cruel. Mas, no domingo seguinte o mundo vibrava porque ali havia sido pregado o homem que veio para salvar a humanidade e as pessoas sempre se lembrariam de Deus ao olharem para ela.

Então as árvores descobriram que a realização foi mil vezes maior que o sonho.

Portanto, lembre-se: não importa o tamanho dos seus sonhos. É imprescindível sonhar. E ter Fé."

Shalom ! ! !