Louvores

21 setembro 2011

PAZ

Alguém já disse que existe um espaço no coração do ser humano que somente pode ser preenchido pela Divindade.  Enquanto não for devidamente preenchido, o homem sofre, sente o vazio e sente-se vazio. Portanto, o homem sem Deus é um ser vazio, que não possui no seu interior a Fonte inesgotável de amor, paz e vida abundante.

Muitos tentam preencher esse espaço com um fim de semana alegre, mas já tiveram muitos fins de semana cheios de "alegria”, porém continuam vazios. Exteriormente, podem parecer sorridentes, felizes, de bem com a vida. Por dentro é um trapo, tal qual um "sepulcro caiado", como falou Jesus: por fora, beleza; por dentro, podridão.

O homem foi criado para viver em paz, em paz consigo, em paz com seu Criador. O homem deseja a paz com a família, com os amigos, na comunidade em que vive. Muitos desejam, mas não a buscam, ou a buscam de forma inconveniente. Querem a paz, mas são desobedientes, não cumpridores de seus deveres para com o próximo. Querem a paz, mas se rebelam contra as autoridades constituídas, não cumprindo suas obrigações sociais. Desejam a paz, mas são infiéis na vida conjugal. Desejam a paz, mas violentam seu próprio corpo com alucinógenos. Enfim, querem paz, mas fazem guerra.
 
A paz verdadeira não se consegue mediante a posse de recursos financeiros ou imobiliários. Há mais suicídio dentre a classe média alta, entre povos de elevado poder aquisitivo, do que entre os da classe pobre. Esses suicídios são gerados por depressão e desespero.
 
Muitos conhecem a Palavra de Deus, porém resolvem viver no "faz de conta", enganando a si próprios com uma parafernália de objetos à sua volta. Muitos até tentam "comprar" a paz fazendo algumas boas obras, lendo a filosofia dos filósofos, confiando na própria energia, vitalidade, inteligência, ou lendo livros sobre "auto-ajuda". Ledo engano. A paz verdadeira, como uma pérola de grande valor, só pode ser encontrada na Pessoa do Senhor JESUS. Vejam o que Ele disse:

"DEIXO-VOS A PAZ, A MINHA PAZ VOS DOU. NÃO VO-LA DOU COMO O MUNDO A DÁ. NÃO SE TURBE O VOSSO CORAÇÃO, NEM SE ATEMORIZE" (João 14.27)

"VINDE A MIM, TODOS OS QUE ESTAIS CANSADOS E OPRIMIDOS, E EU VOS ALIVIAREI" (Mateus 11.28).

Jesus está convidando os que estão em depressão, os que já se cansaram de remar contra a maré da vida; os vazios de coração, os desesperançados, os pobres de espírito. Ele faz um convite e uma promessa, a promessa de Paz para o coração conturbado. Resistir ao chamado dEle significa continuar sem paz. A decisão é sua.

Autor:  Pr. Airton Evangelista da Costa

20 setembro 2011

MANTENDO O EQUILÍBRIO


"Não se turbe o vosso coração; credes em Deus, crede também em mim". (João 14:01)
 
Você já se sentiu como se estivesse em uma corda bamba? Eu já, e por diversas vezes! Contemple esta situação. Um malabarista anda sobre a corda, a platéia vai ao delírio. Anos de treinamento o consagram sendo o melhor do mundo nesta categoria.  São dezenas de apresentações diárias, todas elas tecnicamente planejadas e treinadas, até que num certo dia, o ousado malabarista solicita a presença de um dos seus assistentes de palco para um número inédito.

Ele vai atravessar a corda bamba a 7 metros de altura carregando em seus braços o seu assistente. Por maior que seja a experiência do malabarista, seu assistente, por sua vez, terá que confiar profundamente no caráter daquele que o carrega.

Por vezes andamos na “corda bamba da vida”. Temos a sensação de que não vamos conseguir chegar do outro lado. Todavia, não estamos sozinhos. Neste número existe alguém cujo caráter e qualidades dispensam comentários. Podemos ousadamente dizer que “ele é perfeito,
nunca falhou em nenhuma das suas atuações”, principalmente ao sustentar milhares de pessoas na corda bamba e não permitindo sequer que uma vida se perdesse.

Ele é dotado de toda a sabedoria, talento, experiência. Seu nome é Jesus Cristo, o filho de Deus. Deposite nele toda a sua confiança e supere os limites da vida.

"...A fé é como andar de bicicleta: É preciso estar em constante movimento para manter o equilíbrio..."

Autor: Danilo Souza

19 setembro 2011

Um vaso novo



Como o vaso, que ele fazia de barro, quebrou-se na mão do oleiro, tornou a fazer dele outro vaso, conforme o que pareceu bem aos olhos do oleiro fazer.
 Então veio a mim a palavra do SENHOR, dizendo: Não poderei eu fazer de vós como fez este oleiro, ó casa de Israel? diz o SENHOR. Eis que, como o barro na mão do oleiro, assim sois vós na minha mão, ó casa de Israel. (Jeremias 18:4 a 6)

Deus tem todo poder pra fazer de você um Vaso Novo!!!

Deus, faça de mim um vaso novo toda vez que se fizer necessário.

Shalom.

13 setembro 2011

Um bando de lições.


Gansos voando em formação, ao baterem suas asas, criam um fluxo de ar que ajuda a sustentar os gansos que os seguem. Voando no formato de “V”, o bando inteiro tem um alcance de vôo até 70% maior do que se cada ave voasse sozinha.
 
Lição: Pessoas que compartilham uma direção em comum e um senso de comunidade chegam ao seu destino com mais facilidade quando ajudam uns aos outros no caminho.
 
Se um ganso sair da formação, ele sente a resistência e a força extra necessária para voar sozinho. Consequentemente, ele volta logo à formação para aproveitar a aerodinâmica das outras aves do grupo.
 
Lição: Se tivermos ao menos o bom senso de um ganso, ficaremos alinhados com aqueles que estão indo na mesma direção.
 
Quando o ganso da frente cansar, ele volta para trás na formação e outro assume a posição de ponta.
 
Lição: Vale à pena compartilhar a liderança e revezar o trabalho cansativo.
 
Gansos voando em formação grasnam para encorajar os que estão na frente a manterem o ritmo.
 
Lição:
É importante que o nosso “grasnar” seja encorajador, e não o contrário!
   
Quando um ganso adoece ou é alvejado, outros dois descem com ele para tentar protegê-lo. Eles ficam com o outro ganso até ele morrer ou poder voltar a seguir o vôo.

Lição:
Quando sofremos, cabe aos nossos próximos ficarem ao nosso lado.
 
Autor desconhecido.

08 setembro 2011

Coloque a isca.


 
Um pai levou seu filho para pescar num rio. Eles colocaram a linha
com os anzóis e iscas e foram até o chalé onde estavam hospedados.

Uma hora depois voltaram para o rio para ver se haviam pego alguma
coisa. Vários peixes haviam sido fisgados nos anzois. “Eu sabia que
haveria, pai”, declarou o filho. “Como você sabia”? perguntou o pai.
“Porque eu orei”, o meninos disse.

Então, eles colocaram mais iscas nos anzóis e voltaram ao chalé para
jantar. Depois, desceram ao rio outra vez e havia mais peixes
fisgados na linha. “Sabia”, falou o menino. “E como”? pergunto o pai.
“Orei de novo”, falou o filho.

Então eles colocaram a linha outra vez e voltara ao chalé. Antes de
dormir eles desceram de novo ao rio. Desta vez não havia peixes.
“Sabia que não teria”, declarou o menino. “Como você sabia”?
perguntou o pai. “Porque” falou o menino “Desta vez eu não orei”. “E
por que não”? indagou o pai. “Porque eu lembrei que esquecemos de
colocar a isca nos anzóis”, falou o menino.

Ambos os elementos são essenciais.

Há um ditado popular que diz assim “Ore como se tudo dependesse de
Deus, mas, trabalhe como se tudo dependesse de você.” Eu não estou
completamente satisfeito com este ditado porque parece que está
dizendo que devíamos viver nossas vidas como se Deus não estivesse
fazendo nada (quando a verdade é que, se alguma coisa acontece, será
porque ele a fez acontecer).

No entanto, posso apreciar o sentimento de que não devíamos
simplesmente orar e daí relaxar e esperar que Deus faça alguma coisa.
Entretanto, parece que fazemos isso o tempo todo. Oramos para que
Deus abençoe os necessitados. E depois, o que é que fazemos para
abençoá-los? Será que Deus vai fazer descer do céu encomendas de
comida e roupas? Ele os ajudará através de pessoas como nós suprindo
suas necessidades.

Parece que nossas consciências são tranquilizadas quando pedimos a
Deus para cuidar dos enfermos, dos necessitados, dos abandonados,
enquanto nós relaxamos e não fazemos nada para ajudar. Orar por todas
as pessoas que não conhecem Jesus nos faz sentir bem enquanto vivemos
nossas vidas sem falar dEle às pessoas ao nosso redor. Sentimos que
“cumprimos o nosso dever” orando por missionários, sem ao menos
enviar uma palavra de encorajamento a quem está no campo missionário.

Em essência, deixamos de colocar a isca no anzol, e daí oramos para
que Deus fisgue os peixes. Note a diferença, porém, neste exemplo que
Neemias deixou para nós:

Hanani, um dos meus irmãos, veio de Judá com alguns outros homens, e
eu lhes perguntei acerca dos judeus que restaram, os sobreviventes do
cativeiro, e também sobre Jerusalém. E eles me responderam: “Aqueles
que sobreviveram ao cativeiro e estão lá na província passam por
grande sofrimento e humilhação. O muro de Jerusalém foi derrubado, e
suas portas foram destruídas pelo fogo”. Quando ouvi essas coisas,
sentei-me e chorei. Passei dias lamentando-me, jejuando e orando ao
Deus dos céus... O rei me disse: “O que você gostaria de pedir?”
Então orei ao Deus dos céus, e respondi ao rei: Se for do agrado do
rei e se o seu servo puder contar com a sua benevolência, que ele me
deixe ir à cidade onde meus pais estão enterrados, em Judá, para que
eu possa reconstruí-la. Neemas 1:2-4; 2:4-5
 
Note que Neemias não só orou a Deus para que ele reconstruisse os
muros de Jerusalém. Ele orou e daí se esforçou para fazer tudo que
ele podia para realizar aquele projeto. Ambos os elementos são
essenciais. Que as nossas orações sejam não só para que Deus abençoe
os outros, mas, que Deus nos use para abençoar aqueles ao nosso
redor. Não ore por peixe, a não ser que você esteja disposto a
colocar a isca no anzol.

Texto de Alan Smith.

06 setembro 2011

O lenhador e o machado.



Essa é a história de Pedro, um ótimo lenhador que chegou a uma serraria procurando emprego. O capataz deu-lhe um dia para que ele mostrasse as suas habilidades.

Pedro surpreendeu o capataz, pois era capaz de derrubar dez árvores enquanto o normal era abater duas por dia. O melhor lenhador derrubava quatro.

Diante disso, Pedro foi alvo de comentários por parte de todos, pois era o melhor lenhador que se conhecia. Foi um verdadeiro sucesso. Porém, depois de algum tempo, sua produção baixou até que passou a ser o pior de todos os lenhadores. O que estaria acontecendo? O capataz preocupado, procurando saber o que estava havendo, chamou Pedro e disse:
- No dia em que você chegou aqui derrubou dez árvores, sem demonstrar cansaço e assim continuou por algum tempo. Mas ultimamente o vejo abatido e esgotado, sua produção foi caindo e você tem derrubado apenas uma árvore por dia. O que houve?
- Não sei, respondeu Pedro. Estou trabalhando como nunca trabalhei antes: tenho me esforçado três vezes mais, sou o primeiro a ir para a mata e o último a voltar!

O capataz pensou um pouco e perguntou a Pedro:
- Pedro, nesse tempo que está aqui, quantas vezes você amolou o machado?
E Pedro, um pouco atrapalhado, respondeu:
- Nenhuma, não tive tempo.

Quantas vezes você amolou seu machado desde que foi chamado por Jesus? Nossa produção tem que no mínimo permanecer estável. Nunca diminuir! O que temos produzido com nossa ferramenta dada por Deus?

Nosso machado é nossa fé e nosso amolador é o Espírito Santo. Se você não tiver contato com Ele, seu machado vai diminuindo a produção até ficar totalmente cego.

“Tudo tem a sua ocasião própria, e há tempo para todo propósito debaixo do céu.” Eclesiastes 3:1

02 setembro 2011

PONTES CAÍDAS



"O ouvido que escuta a advertência da vida terá a sua morada entre os sábios" (Provérbios 15:31).
 
Há alguns anos atrás, um certo jornal trazia uma história de um motorista de caminhão. Em uma noite nebulosa ele mergulhou com seu veículo no rio, caindo em um penhasco onde deveria haver uma ponte bem familiar para ele. Milagrosamente salvo, sem ferimentos graves, o caminhoneiro saiu dos destroços e se arrastou pelo desfiladeiro acima, até a estrada. Freneticamente ele agitava seus braços tentando avisar aos outros motoristas sobre a queda da ponte. "A ponte caiu, volte!" A maioria dos motoristas, naquela noite de tráfego escasso, ignorou seus apelos considerando-o um louco. -- para seu próprio mal.
 
Isso acontece com frequência nos dias atuais. Aqueles que já experimentaram as armadilhas deste mundo, conhecem as direções erradas que nele existem. Mas suas advertências são ignoradas e seus avisos são ridicularizados. São chamados de arrogantes por esforçar-se em mostrar o caminho certo.
 
Mas não devemos desanimar nunca. Cabe a nós deixar Deus usar-nos para advertir aos caminhantes desta vida sobre os perigos das pontes caídas. Mesmo que alguns não nos ouçam, certamente muitos ouvirão... e se salvarão.
 
Quando o homem teima em seguir seus próprios caminhos, sem se importar com os avisos de perigo, pode cair logo adiante e nem sempre conseguirá se levantar para recomeçar sua jornada. Deus nos adverte constantemente sobre as "pontes caídas" que nos farão mergulhar nos rios de aflição e angústia. Ele sempre envia alguém para nos alertar e, se não estivermos sensíveis aos Seus sinais, poderemos perder grandes momentos de alegria e regozijo que Ele nos tem preparado.
 
Você está certo de que o caminho que segue tem uma ponte para conduzir sua vida até à verdadeira felicidade?
Autor: Paulo Roberto Barbosa